Só na China: métodos bem estranhos para evitar que alunos colem nas provas

As técnicas chinesas para disciplinar alunos são extremamente
rígidas. Nas escolas, não existe colher de chá: quem não estudou, assume
todo o problema e aprende, de uma forma ou de outra, a fazer melhor no
próximo ano. Veja essas imagens que saíram no site
Techeblog:
Para
combater a arte de colar na prova, algumas escolas chinesas preferem
organizar seus alunos no pátio, em fileras compridas e muito bem
espaçadas umas das outras. Olhar para o lado não adiantaria muito, pois a
prova do colega mais próximo está a mais de dois metros de distância. E
ai de quem não estudou...
Câmeras
de segurança são comuns em bancos, lojas, shoppings… mas em escolas?
Sim, a tecnologia anti-trapaça nas escolas da China já chegou a tal
ponto. O problema são os custos de instalação de um sistema completo de
monitoramento, com um guarda especializado em vigiar cada cantinho de
cada sala de aula. Exagero ou necessidade?
As
escolas que não possuem um pátio muito grande nem conseguem marcar as
provas de todos os alunos em dias em que o pátio está livre resolvem o
problema da cola de outra maneira: colocando 'capacetes' feitos de
pastas na cabeça dos alunos. O dispositivo funciona como as tapas de um
animal de tração, o que permite olhar apenas em uma direção, ou melhor,
para a prova.
Se um aluno resolver virar a cabeça para espiar a
prova do vizinho, chamará bastante a atenção do professor. Afinal,
capacetes de pastas não são nada discretos, quanto mais em movimento.
Ainda bem que os diretores das escolas não inseriram capacetes de
verdade na lista de material escolar das crianças. Ainda.
Será
que essa ditadura escolar é mesmo necessária? A China já é famosa no
mundo todo pelos seus métodos medonhos de disciplinar crianças, o que
para eles é algo extremamente comum e necessário. Formar pessoas
sistemáticas e disciplinadas é um mérito, mas talvez isso deva
justificar o alto índice de suicídios e distúrbios psiquiátricos em
chineses.
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